quarta-feira, 5 de setembro de 2018

VERGONHOSO: VEREADORES THIAGO E MONIK ATACAM DOCENTES DA FACISA E DO IFRN, EM SESSÃO DA CÂMARA DE VEREADORES DE SANTA CRUZ.























Para uma plateia de pastores e eleitores de Bolsonaro (candidato que vem pregando ódio contra a educação, cultura, movimentos sociais e toda a esquerda) que foram acompanhar a sessão da Câmara de Vereadores de Santa Cruz/RN, de ontem (03), os vereadores Monik Melo e Thiago Augusto, atacaram de forma covarde, docentes (professores) da FACISA e do IFRN. Não se pode definir a tentativa de macular esses profissionais, se não, um ato insano, vergonho e covarde. 

É bem provável que o ataque seja pelo fato de diversos professores dessas instituições terem se colocado contra os projetos de lei que “AMORDAÇA” a educação, propostos pelos vereadores em epigrafe. Diga-se de passagem, não podia os profissionais do ensino, ter outra posição, que não fosse condenar as propostas dos vereadores. 

A sociedade Santa-cruzense precisa ficar atenta para o comportamento de seus representantes. Vereadores, usarem a tribuna da Câmara, para tentar desqualificar profissionais de instituições tão gabaritadas e necessárias para a educação profissional, técnica e superior, é algo que precisa ser rechaçado com veemência. 

A FACISA e o IFRN são um legado para Santa Cruz. Conquistadas as dura penas, com muita luta. Representam um enorme avanço, para o município e, por mais que o vereador Thiago diga em sua fala que aquelas palavras não são contra as instituições, ao acusar professores de estarem formando comitês políticos e doutrinários em sala de aula, não tem como desassociar do institucional. 

É um direito dos vereadores discordarem da posição política ideológica de qualquer pessoa, seja ela quem for, exerça a profissão que exercer. Toda via, é no mínimo irresponsabilidade, parlamentares, usar o plenário, a tribuna da casa do povo, para proferir acusações contra profissionais da educação, das mais respeitadas instituições de ensino do estado. 

Infelizmente, essa campanha de ódio que se espalha pelo Brasil afora, chegou em Santa Cruz sendo propaganda por quem deveria cuidar da verdade, do bom senso, da responsabilidade, da laicidade e do direito. 

A sessão da Câmara de vereadores do município de Santa Cruz/RN, datada da noite do dia 03 de setembro, através do discurso do vereador Thiago Augusto (Advogado) aparteado pelo vereador Monik Melo e vereadora Aninha de Cleide, entrará para à pagina triste da história daquela casa, dado os, ataques, acusações e leviandade, contra a educação e as minorias, que se observa nas falas. 

É possível que, diante do que está posto na constituição, onde estabelece que parlamentares são invioláveis por aquilo que falam ( eu diria: ou vomitam) no exercício do cargo, os deixem com a sensação que tudo podem e, talvez, possam mesmo. Só não custa lembrar que, pessoas públicas ao se pronunciarem, esse pronunciamento tem impacto na vida de milhares de pessoas. 

Esse ódio, esses ataques contra educação, minorias, partidos e ideologias, que se veem espalhados Brasil afora por políticos e religiosos, precisa acabar, sob pena de vermos pessoas vivas sendo queimadas na fogueira, como no passado triste da humanidade. 

Senhores vereadores! Porque não respeitar a educação? Respeitar, os já tão sofridos professores? Respeitar a FACISA? Respeitar o IFRN? Todos são atingidos pelo que foi dito (acusado) de fazer, o que não fazem. Foi uma grande bola fora de Vossas Excelências.   

Fonte: Blog do RSantos

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Incêndio não atinge área energizada de subestação da CHESF em Santa Cruz: Bombeiros controlam chamas

PLANTAOPOLICIALO servidor encarregado pela subestação da CHESF em Santa Cruz que registrou incêndio, Manoel Praxedes, afirma que o fogo não atingiu a área energizada da subestação.
O fogo ficou concentrado em uma área afastada do ponto principal da subestação e não há riscos, segundo ele, de haver desabastecimento de energia em Santa Cruz ou que equipamentos essenciais sejam atingidos pelo incêndio.
Uma unidade do Corpo de Bombeiros de Natal chegou a Santa Cruz para controlar o incêndio e resolver a situação.
O fogo aconteceu em um matagal dentro da área da subestação e atingiu algumas bobinas de alumínio que estavam guardadas próximo ao local.
Não se sabe a causa do incêndio, mas o fato será investigado pelas autoridades competentes.
Fonte: Blog do Édipo Natan

Incêndio atinge matagal em subestação da CHESF em Santa Cruz; Bombeiros são acionados


fogochesfUm incêndio de grandes proporções atinge neste momento a subestação de energia Santa Cruz I da CHESF em Santa Cruz, localizada no bairro Paraíso.


O incêndio começou em um matagal dentro do terreno da CHESF, mas já atingiu algumas bobinas existentes no local.
A Polícia Militar trabalha juntamente com carros-pipa da Prefeitura para tentar controlar o incêndio. O Corpo de Bombeiros foi acionado para ajudar no combate do fogo, mas ainda não chegou a Santa Cruz.
Servidores da CHESF afirmam que o incêndio não atinge áreas essenciais da subestação de energia, que abastece toda cidade de Santa Cruz, pois a área é isolada da aprte energizada da subestação de energia.
Mais informações a qualquer momento.
Fonte: Blog do Édipo Natan

VER. PAULO CÉSAR BEJÚ, CONCEDE APOIO IRRESTRITO A TRADICIONAL PEGA DE BOI NO SÍTIO SÃO JOAQUIM.





















A tradicional PEGA DE BOI no sítio São Joaquim, que ocorre em Santa Cruz/RN, há 06 anos, foi realizada, ontem, domingo (02). Este evento, considerado por muitos como sendo uma das maiores manifestações da cultura popular, é realizado pela família BUDIGA e teve início por volta das 10h, da manhã e se estendeu até às 20h, quando foram anunciados os VAQUEIROS vencedores, divididos em 02 (duas) categorias, sendo: CAVALO e BURRO MULO. O evento contou com o apoio irrestrito do Vereador Paulo César Bejú, que não mediu esforços para mais uma vez viabilizar algumas estruturas do evento.

O patriarca BUDIGA, fez questão de enaltecer o apoio do vereador, afirmando que é de grande valia a ajuda, pois é muito difícil organizar a PEGA só com esforços próprios. Com a palavra, o vereador Paulo César Bejú, parabenizou a família Budiga, pela realização do evento, disse ser importante manter viva a cultura do povo nordestino, parabenizou os vaqueiros e todos os presentes. 

A animação do evento ficou por conta do cantor DEDE MORAL, que arrochou o gogo, animando a turma e fazendo levantar poeira. 


















'O DANO É IRREPARÁVEL', DIZ DIRETOR DO MUSEU NACIONAL

















O diretor de Preservação do Museu Nacional, no Rio de Janeiro, João Carlos Nara, afirmou à Agência Brasil que o incêndio causa um “dano irreparável” ao acervo e às pesquisa nacionais. Ele acompanha de perto o trabalho dos bombeiros no local e disse que “pouco restará”, após o controle das chamas.

“Infelizmente a reserva técnica, que esperávamos que seria preservada, também foi atingida. Teremos de esperar o fim do trabalho dos bombeiros para verificar realmente a dimensão de tudo”, afirmou o arquiteto e historiador.

De acordo com João Carlos Nara, a equipe de administração do Museu Nacional aguardava o fim do período eleitoral para iniciar as obras de preservação da infraestrutura do prédio.

“É tudo muito antigo. O sistema de água e o material, tudo tem muitos anos. Havia uma trinca nas laterais. Isso é ameaça constante”, disse o diretor.

Inconformado com o incêndio, João Carlos Nara lamentou que os investimentos sejam destinados a outras causas no país. “Gastam milhões em outros projetos”, reagiu.

Investimentos

Em junho, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) assinou contrato de financiamento no valor de R$ 21,7 milhões para apoio à restauração e requalificação do Museu Nacional. Os recursos compõem a terceira fase do Plano de Investimento para a revitalização do Museu Nacional, num total de R$ 28,5 milhões.

O objetivo é aplicar os recursos na recuperação física do prédio histórico; a recuperação de acervos — de modo a garantir mais segurança às coleções e otimizar o trabalho dos pesquisadores —; a recuperação de espaços expositivos — estimulando maior atração de público e promoção de políticas educacionais vinculadas a seus acervos —; a revitalização do entorno do museu; e o fortalecimento da instituição gestora.

História

O Museu Nacional é a instituição científica mais antiga do Brasil. É um dos museus de ciência de referência no mundo. Foi fundado em 1818.

Inicialmente instalado no Campo de Santana, o Museu foi posteriormente transferido para o Palácio de São Cristóvão, monumento tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e situado na Quinta da Boa Vista, um dos mais importantes parques urbanos do Rio. Antes de abrigar o Museu Nacional, o Palácio de São Cristóvão foi residência das famílias real portuguesa e imperial brasileira.

Agência Brasil

REDE diz em Carta Aberta que ou Styvenson se enquadra e assume as causas do partido ou sai

Carta Aberta

Diante do que vem sendo divulgado na mídia na última semana, sobre a candidatura do capitão Styvenson, a Rede Sustentabilidade do Rio Grande do Norte vem a público expor a verdade dos fatos.

No período de pré campanha eleitoral, o capitão Styvenson Valentim procurou a executiva da Rede Sustentabilidade para se filiar ao partido. O militar optou pela candidatura cidadã: uma inovação política que permite a qualquer cidadão, membros de movimentos de renovação política, partidos sem registro na justiça eleitoral e figuras com atuação destacada na sociedade possam disputar um pleito eleitoral sem possuir militância partidária orgânica.

Entretanto, embora confira independência enquanto estratégia eleitoral, as diretrizes que regem a candidatura cívica, conforme o estatuto e as resoluções nacionais preveem, também estabelecem vínculo programático com o partido. Tratam-se de alianças onde os candidatos assinam um termo de compromisso público com os princípios norteadores e inegociáveis da Rede, que são cláusulas pétreas, conforme se vê no Artigo 4º do Estatuto da Rede:

I – da pluralidade política;

II – da dignidade da pessoa humana;

III – da justiça social;

IV – defesa dos direitos das minorias;

V – do respeito à natureza e à vida em todas as suas formas de manifestação e da promoção e defesa do meio ambiente ecologicamente equilibrado;

VI – da função social da terra e dos conhecimentos tecnológicos e científicos;

VII – da função social da propriedade;

VIII – da solidariedade e da cooperação;

IX – respeito às convicções religiosas e à liberdade para professá-las;

X – da transparência, eficiência e eficácia na gestão pública;

XI – da impessoalidade e do interesse público;

XII – da legalidade;

XIII – do pleno respeito às diversidades, à coisa pública e ao bem comum; e,

XIV – na construção de consenso progressivo nas deliberações da REDE.

Ademais, especificamente sobre a Candidatura Cidadã, a Resolução Elo nº 09, de 2017 preceitua atuação coerente com os princípios e valores da sigla onde a militância orgânica não seja preterida, nem passada para trás.

“Queremos uma equação de soma positiva, uma corresponsabilidade entre militância orgânica e candidaturas cidadãs. Queremos candidaturas cidadãs que defendam causas coerentes aos nossos princípios, o que certamente se traduzirão por entusiasmo com nossas candidaturas partidárias. No caso das candidaturas cidadãs para cargos majoritários, a identidade programática e a afinidade com o projeto nacional e com as demais candidaturas majoritárias e proporcionais da REDE são essenciais. As candidaturas cidadãs proporcionais não podem manifestar críticas aos candidatos (as) da REDE nem apoiar candidatos(as) adversários(as), na forma da Lei”, diz trecho da Resolução.

Em entrevista ao programa Momento Metropolitano, exibida no Facebook e que foi ao ar no dia 29 de Agosto, o capitão Styvenson violou flagrantemente a Resolução Elo nº 09, de 2017 ao ressaltar seu descompromisso programático com os candidatos orgânicos da REDE. Postura que adotou logo após a convenção partidária da Rede e que se acentuou nas últimas semanas.

No programa, o militar afirma que sua candidatura é isolada e que recebeu (SIC) liberdade para não subir em palanque, não dar apoio e nem falar em nome de político. “Político que aparecer ai falando que tá comigo é mentira, viu? Eu não tô com ninguém, eu tô só”.

Ainda na entrevista, o capitão afirma que essa liberdade teve um preço e que ele foi alto: recusou dinheiro público, horário eleitoral na TV e estrutura partidária.

Sobre propaganda eleitoral na TV e Rádio, a executiva da Rede externa que, mesmo isso não tendo sido tratado nas discussões iniciais, destinou 50% do tempo que dispunha para o capitão Styvenson. A outra metade foi reservada para o sindicalista Napoleão, candidato orgânico do partido ao senado.

A assessoria do militar sugeriu o horário integral, deixando de fora o candidato orgânico do partido, o sindicalista Napoleão, por ter, segundo eles, menos expressividade eleitoral. A Rede manteve a oferta de metade do tempo para ambos, de forma igualitária, como procede em todas as suas questões internas e externas.

Outro ponto importante é que a Rede não disponibilizou nem estrutura nem recursos partidários para nenhum dos seus candidatos majoritários até agora, uma vez que tais verbas ainda não foram disponibilizadas pela executiva nacional. Portanto, não foram sequer oferecidas tais condições.

Cabe salientar que, em tempos sombrios em que conquistas sociais e a democracia estão em risco, a Rede Sustentabilidade não abre mão de discursos e práticas políticas que estejam alinhados com os ideais partidários, com a figura de Marina Silva – pessoa ética, sem qualquer envolvimento com escândalos de corrupção – e com os candidatos majoritários do partido: Freitas Júnior, candidato ao governo, Flávio Rebouças, candidato a vice-governador e Napoleão, candidato ao Senado.

Desse modo, a Rede Sustentabilidade repudia a deturpação da candidatura cidadã feita pelo militar, assim como sua omissão no que tange à gestão do governo de Robinson Faria.

Sobre ética, reitere-se que a Rede é o único partido que acolhe e apoia incondicionalmente a Lei da Ficha-Limpa. Segundo estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV), é o partido que mais combate a corrupção no Brasil. Por sinal, é o único partido que exige que todos os seus filiados estejam enquadrados nas hipóteses da Lei de Ficha Limpa.

Credibilidade que o capitão Styvenson pôde atestar: após o ingresso dele na Rede, passou a liderar as pesquisas.

Considerando todos os princípios que norteiam a Rede, é incompatível qualquer candidatura, orgânica ou cidadã, que mantenha alinhamento duvidoso com posições políticas conflitantes. Seja com o personalismo, com o apoio ao governo do Estado, com oligarquias estabelecidas, com práticas que a Rede condena ou com a própria identidade política.

Desse modo, toda e qualquer candidatura dentro do partido precisa coadunar com o que foi exposto nesta carta, sob risco de ter a sua manutenção desabonada.

Cumpriremos o que foi acordado em todas as nossas discussões e esperamos que tais pontos expostos anteriormente também sejam respeitados.

Por último, é importante que se diga que, antes de qualquer vitória eleitoral ou cálculo eleitoreiro, a Rede prioriza sua identidade programática, protagonismo social e construções coletivas, fortalecendo nossas lutas por um Rio Grande do Norte e um Brasil justo e sustentável.

Blog do BG

A ‘guerra civil’ na Igreja Católica que pode abalar pontificado do papa Francisco

Foto: Reprodução
Uma guerra ideológica que há anos divide a Igreja Católica deixou os corredores do Vaticano nesta semana para ser travada em público.
De um lado, estão o papa Francisco e aqueles que apoiam sua visão de uma Igreja mais liberal em relação a temas como divórcio e homossexualidade. De outro, conservadores que criticam essa tentativa de abertura e temem um enfraquecimento da religião.
O embate ganhou manchetes com a divulgação, no domingo passado, de uma carta em que o ex-núncio apostólico na capital americana, Carlo Maria Viganò, acusa Francisco de ter acobertado crimes sexuais cometidos pelo ex-arcebispo de Washington, Theodore McCarrick, e pede a renúncia do papa.

UPA ABANDONADA DE SANTA CRUZ É DESTAQUE NA IMPRENSA ESTADUAL.

Foto: Reprodução, UPA de Santa Cruz/RN






















Enquanto a população do Rio Grande do Norte amarga longas filas de espera para ser atendida em unidades de saúde pública lotadas, Unidades de Pronto Atendimento (UPA), construídas com recursos do Governo Federal, estão abandonados pelo poder público. Ruindo frente ao tempo de abandono, as obras milionárias se tornaram “elefantes brancos” e um problema oneroso aos cofres municípios.

Os gestores alegam “falta de planejamento” por parte dos prefeitos que assinaram as ordens de serviço para a construção, sem “pensar” no custo de manutenção de unidades que funcionariam 24 horas. 

Santa Cruz (Agreste)

Situação:
Concluída em 215, a UPA de Santa Cruz, município da região agreste, é mais uma obra construída com recursos do Governo Federal no Rio Grande do Norte e que não foi aberta para uso público. O prédio que custou R$ 1,41 milhões, está abandonado pelo poder público. A construção da estrutura começou em 2011 e deveria ser concluída em 2012, mas foi paralisada e só retomada em 2013.

O que diz o gestor?
A secretária de saúde de Santa Cruz, Myllena Bulhões foi procurada pela reportagem da TRIBUNA DO NORTE na quinta-feira (30) e sexta-feira (31) mas não retornou até o fechamento da reportagem.

Santa Cruz:
R$ 1.400.000,00 foi o custo da obra;
Março de 2016 foi dada a conclusão da UPA, que nunca foi inaugurada.

Tribuna do Norte

DO BLOG:

Pois é Santa Cruz, vendo toda essa situação e como anda a saúde no nosso município, será que realmente não é hora de pararmos e pensarmos bem, se os gestores que aí estão, estão realmente preocupados com o povo que precisa de uma saúde digna? 

Fonte: Blog do RSantos

NA FESTA DAS PERSONALIDADES VER. PAULO CÉSAR BEJÚ, RECEBE O PRÊMIO "PARLAMENTAR DO ANO."

Foto: Ver. Paulo César e Bejú e sua Esposa. Festa das Personalidade em Santa Cruz/RN





















Paulo César Bejú, que está em seu primeiro mandato como vereador no município de Santa Cruz/RN, e que vem tendo um mandato de destaque pela sua atuação firme e contundente em prol da população, recebeu, no último sábado (01) durante a tradição festa das personalidades, que estar em sua 44ª edição, o prêmio "PARLAMENTAR DO ANO."

O Vereador recebeu um troféu das mãos de Milton Fernandes, organizador do evento. O parlamentar usou suas redes sociais para agradecer a homenagem e confiança dos cidadãos, disse o vereador "Primeiramente quero agradecer a Deus, a toda minha família, correligionários, amigos e a cada Santa-cruzense que acredita no nosso mandato."




Bicentenário, saiba o que Museu Nacional guardava

O Museu Nacional da Quinta da Boa Vista, como é conhecido, fica instalado no bairro imperial de São Cristovão, zona norte da cidade, e reúne mais de 20 milhões de itens, divididos em coleções de paleontologia, zoologia, botânica, antropologia, arqueologia, entre outras. O lugar já foi residência oficial da família imperial brasileira. Dom João VI inaugurou em 1818 o museu com o nome de Museu Real, que funcionou primeiramente no Campo de Santana, no centro do Rio.
 
O diretor de Preservação do Museu Nacional do Rio de Janeiro, João Carlos Nara, afirmou à Agência Brasil que o incêndio causa um “dano irreparável” ao acervo e à pesquisa nacional, mas ainda não é possível saber o que foi destruído.
 

Conheça alguns itens:

- Um dos mais importantes itens era um fóssil humano, achado em Lagoa Santa, em Minas Gerais, em 1974. Batizado de Luzia, fazia parte da coleção de antropologia. Trata-se do fóssil de uma mulher que morreu entre 20 e 25 anos e seria a habitante mais atinga das Américas.
- Outra preciosidade era o maior meteorito já encontrado no Brasil, chamado de Bendegó e pesa 5,36 toneladas. A pedra é de uma região do sistema solar entre os planetas Marte e Júpiter e tem mais de 4 bilhões de anos. O meteorito foi achado em 1784, no sertão da Bahia, na localidade de Monte Santo. Quando foi encontrado era o segundo maior do mundo. A pedra integra a coleção do Museu Nacional desde 1888.
- Dom Pedro arrematou em 1826 a maior coleção de múmias egípcias da América Latina. São múmias de adultos, crianças e também de animais, como gatos e crocodilos. A maioria das peças veio da região de Tebas.

História

Fundado por Dom João VI em 6 de junho de 1818 sob a denominação de Museu Real, o museu foi inicialmente instalado no Campo de Santana, reunindo o acervo legado da antiga Casa de História Natural, popularmente chamada "Casa dos Pássaros", criada em 1784 pelo Vice-Rei Dom Luís de Vasconcelos e Sousa, além de outras coleções de mineralogia e zoologia.
A criação do museu visava a atender aos interesses de promoção do progresso sócio-econômico do país através da difusão da educação, da cultura e da ciência. Ainda no século XIX, notabilizou-se como o mais importante museu do seu gênero na América do Sul. Foi incorporado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em 1946.
O Museu Nacional abrigava um vasto acervo com mais de 20 milhões de itens, englobando alguns dos mais relevantes registros da história brasileira no campo das ciências naturais e antropológicas, bem como amplos e diversificados conjuntos de itens provenientes de diversas regiões do planeta, ou produzidos por povos e civilizações antigas.
Formado ao longo de mais de dois séculos por meio de coletas, escavações, permutas, aquisições e doações, o acervo é subdividido em diversas coleções. É a principal base para as pesquisas desenvolvidas m todas as regiões do país e em outras partes do mundo, incluindo o continente antártico. Possui uma das maiores bibliotecas especializadas em ciências naturais do Brasil, com mais de 470.000 volumes e 2.400 obras raras.
No campo da educação, o museu oferece cursos de extensão, especialização e pós-graduação em diversas áreas do conhecimento, além de exposições temporárias e atividades educacionais. Administra o Horto Botânico, ao lado do Palácio de São Cristóvão, além do campus avançado na cidade de Santa Teresa, no Espírito Santo — a Estação Biológica de Santa Lúcia, mantida em conjunto com o Museu de Biologia Professor Mello Leitão. Um terceiro espaço no município de Saquarema é utilizado como centro de apoio às pesquisas de campo.
Edição: Carolina Pimentel

Por Douglas Corrêa - Repórter da Agência Brasil